NOTICIA
Evangélico, João Campos, autor da apelidada “cura gay”, foi um dos 9 deputados que votaram a favor da PEC 37 ontem; Entenda
Após a imensa pressão popular contra o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 37, a Câmara rejeitou a proposta que tiraria do Ministério Público (MP) a prerrogativa de abrir e conduzir investigações criminais, limitando as investigações dessa natureza às polícias federal e civil.
Dentre os parlamentares que estiveram presentes à votação da PEC 37 na noite de ontem, 25 de junho, 430 votaram contra, enquanto apenas nove deputados votaram a favor. O parlamentar Sérgio Guerra (PSDB-PE) alegou ter apertado o botão errado na hora da votação e pediu correção de seu voto, somando assim, 431 contrários, e oito a favor, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
O autor da PEC 37, deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), um dos que votaram a favor, afirmou que as manifestações populares contra o projeto foram “um erro de percurso” que o rotulou “indevidamente como PEC da Impunidade”. Segundo Mendes, que é evangélico e integrante da bancada evangélica, a proposta “não tem nada de impunidade. Tem garantia do Estado democrático de direito”.
Em sua página no Facebook, Mendes ainda afirmou que não se arrepende de sua proposta: “Mantivemos nosso posicionamento até o fim. Saio de cabeça erguida, com a consciência tranquila que defendi até o último instante, a Constituição Federal do meu país. Sei que combati o bom combate com apoio de várias entidades e personalidades do meio jurídico. Agradeço a todos os amigos que se mantiveram ao meu lado durante essa dura caminhada. A luta agora será pela aprovação da PEC 300/446 (salário dos policiais) e também da PEC 134/2012 (PEC das viúvas e dos órfãos)”, declarou.
Outro integrante da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO) também votou a favor da proposta, e justificou seu voto através de seu perfil no Twitter: “Votei SIM à PEC 37. Votei segundo minhas convicções, meus conhecimentos jurídicos. Entendo que a rejeição da PEC é uma perda para a sociedade”, escreveu o parlamentar, que também é delegado e o autor do projeto apelidado como “cura gay”.
FÉ PROFERIDA E NÃO DEFENDIDA E CONVERSA FIADA.
Pregamos o evangelho , e Defendemos os Princípios , pecar é uma coisa diferente do que Viver na Transgressão .....
Muitas pessoas tem mais Demônios em suas Vidas pelos pecados que cometem, do que pela maldade que fazem a ela ... Feitiçaria , Inveja, ou participar de um terreiro de Macumba, nem só esses fatores levam as Pessoa a ser amarrada mas sim também os pecados que por ela é praticado Diariamente, vindo a manifestação em sua Vida , sua Família , Vida Conjugal destruída , Financeiro no vermelho , Família destruída , Doenças desenganadas pelos Médicos ......
Existe um Chamado JESUS CRISTO ELE TEM O PODER DE MUDAR ESSE QUADRO NEGATIVO ,FAZENDO DESGRAÇA VIRAR BÊNÇÃO, ATITUDE E A MUDANÇA PARTE DE NOSSAS ESCOLHAS .....
Pr.Jadir Brito .....
NOTICIA
“Eu represento vocês”, afirmou o pastor Marco Feliciano durante Marcha para Jesus em São Paulo

Na tarde desse sábado, o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDHM), marcou presença na 21ª Marcha para Jesus de São Paulo, onde aproveitou para dizer aos evangélicos que ele os representa.
Apesar de sua presença ter sido considerada uma surpresa pelos organizadores do evento, Feliciano subiu em um trio elétrico vestindo uma camiseta da Marcha com a frase: “Eu represento vocês!” escrita nas costas.
- Eu represento um segmento conservador da sociedade, um segmento família da sociedade. Esses aqui eu represento – afirmou Feliciano durante discurso proferido no evento evangélico, segundo o G1.
A frase seria uma resposta do deputado à frase “Marco Feliciano não me representa”, que tem sido constantemente utilizada por ativistas gays para protestar contra ele depois que foi nomeado presidente da Comissão de Diretos Humanos.
Uma das maiores polêmicas em tono de Feliciano é o projeto de decreto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) para derrubar a determinação do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que ficou conhecido como “cura gay”, e foi colocado em votação por Feliciano e aprovado na Comissão de Direitos Humanos. Devido ao posicionamento de Feliciano em relação à homossexualidade seus maiores opositores, os ativistas gays, pedem sua saída da comissão afirmando que o parlamentar não os representa.
A polêmica em torno da CDHM e da “cura gay” foi também abordada pelos participantes da Marcha, dentre os quais muitos portavam cartazes com frases como: “Cura Gay, uma mentira dos ativistas gays”.
Muitos evangélicos afirmam também que a mídia veio distorcendo o significado do projeto por influência do ativismo gay, com manchetes como “Projeto cura gay é aprovado por comissão de Feliciano”. Para o colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, tais notícias são “militância política em redação”.
A FALSIDADE.
Você se defende de uma Critica, mas não de Um elogio.
Ai que é O perigo Corre solto , as Igrejas estão cheias de Bajuladores , que apenas massageiam o Ego do Povo , pelo Dizimo que dão na Igreja , pelo Papel importante que exercem no Trabalho Eclesiástico eu Vivi num tempo aonde um Homem era separado e Reconhecido pelo chamado de Deus na Vida dele e não pelo Dizimo nem Oferta que ele da a Igreja .....
Oxalá que Jesus tome as Rédeas da Igreja ,,,, porque a Homens amantes de si mesmo pregando o seu Evangelho e não o De Cristo Jesus , não confunda Amor com santidade , nem Cristianismo com Conformidade Humana....
Pr. Jadir Brito
Vídeos, fotos, shows, e protestos de ativistas gays: Confira tudo que aconteceu na Manifestação Pacífica realizada por Silas Malafaia em Brasília
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Anunciada por seu idealizador, o pastor Silas Malafaia, como a maior
manifestação desde as Diretas Já, a “Manifestação pela liberdade de
expressão, liberdade religiosa e família tradicional” reuniu milhares de
evangélicos na tarde dessa quarta feira (05) em frente ao Congresso
Nacional, em Brasília.O evento contou com a participação de 40 mil manifestantes, de acordo com o comando da Polícia Militar (70 mil, segundo os organizadores), que tinham como objetivo protestar contra a descriminalização do aborto e o casamento gay e pedir liberdade de expressão religiosa.
Um palco montado em frente ao Congresso Nacional reuniu líderes evangélicos, políticos de vários partidos, dentre eles dezenas de parlamentares ligados à bancada evangélica se revezaram para discursar, e também artistas gospel, que fizeram diversos shows que entreteram os milhares de presentes.
Entre as lideranças evangélicas que apoiaram o evento, se destacam R.R. Soares, Márcio Valadão, Edir Macedo, Ronson Rodovalho, Luciano Subirá, José Wellington, Rina, e Valdemiro Santiago. Lideranças católicas como o cardeal Dom Odílio Scherer, considerado um dos principais arcebispos do Brasil, também apoiaram a manifestação.
A maioria dos discursos do evento foi entorno da polêmica sobre o casamento entre casais homoafetivos e os esforços de parlamentares ligados a movimentos sociais de tentar criminalizar a homofobia.
- A sociedade é livre para criticar evangélico, criticar católico, criticar deputado. Agora, se criticar a prática homossexual é homofobia. – declarou o pastor Malafaia, ressaltando que, na opinião dele, “não existe delito de opinião”, segundo o G1.
- Eles nos chamam de fundamentalistas. Fundamentalistas porque defendemos a família, defendemos valores morais, somos contra as drogas. Sabe o que eles são? Os fundamentalistas do lixo moral! Escreve aí que o pastor Silas Malafaia chamou o ativismo gay de fundamentalismo do lixo moral – declarou Malafaia.
Presente no evento, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP), afirmou que os críticos do casamento homossexual não lutam contra os gays, e sim “a favor da família”.
- [O evento] é uma resposta aos governantes e a todas as pessoas que chamam de progresso aquilo que não é, que é retrocesso. A família é a base de toda a sociedade. A minha permanência na Comissão de Direitos Humanos é a favor da família. Eu mostrei isso sem xingamento, sem briga, sem nada – afirmou o parlamentar.
Silas Malafaia criticou ainda a tentativa de alguns parlamentares de regulamentar a atividade da imprensa, ato considerado pelo religioso como um atentado à liberdade de expressão. Segundo ele, para calar manifestações como a dele os políticos teriam que “rasgar a Constituição do Brasil”.
- Esses esquerdopatas querem controlar a imprensa. Estão pensando que somos uma Bolívia, uma Venezuela. Aqui não! Aqui é imprensa livre. Os esquerdopatas querem um novo marco regulatório para controlar a imprensa, o Estado e a sociedade. Querem colocar a mão na gente, querem colocar a mão em nós. E ninguém vai nos calar. Para calar a nossa voz, vai ter que rasgar a Constituição do Brasil.
Além dos presentes no local, o evento contou também com apoiadores através das redes sociais. No Twitter, várias pessoas usaram a hashtag #ManifestaçãoPacíficaEmBrasília, para publicar suas impressões sobre o evento.
- #manifestacaopacificaembrasilia eu apoio e oro por uma Igreja diferenciada e reconhecida por seus atos de amor – postou Helena Tannure.
- Que todo joelho se dobre ao poder de Deus sobre esta nação. #ManifestaçãoPacíficaEmBrasília – escreveu a psicóloga cristã Marisa Lobo. Pastores como Luciano Subirá e Antônio Cirilo também postaram a hashtag do evento em seus perfis na rede social, segundo o The Christian Post.
O evento organizado pelas lideranças evangélicas foi marcado também por manifestações contrárias, principalmente de ativistas ligados ao movimento LGBT. Durante a manifestação, um grupo carregando bandeiras do movimento gay gritou palavras de ordem a favor da união homoafetiva e do aborto.
Outro detalhe que marcou o evento foi a presença de ativistas do partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, que aproveitaram a multidão reunida para coletar assinaturas de apoiadores.
VIDEO > http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KI8-Ueqtkk0
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VIDEO > http://www.youtube.com/watch?v=kPotvkqUg-Y&feature=player_embedded
No Programa do Ratinho, pastor Silas Malafaia fala sobre ativismo gay, liberdade de expressão e prisão de Marcos Pereira: “Lei é lei pra qualquer um”; Assista
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A entrevista concedida por Silas Malafaia ao Programa do Ratinho foi
transmitida ontem pelo SBT, e diversos temas foram abordados. Como de
costume, o pastor foi questionado sobre homossexualidade, ativismo gay,
aborto, política, dízimo e outras questões teológicas, além de opinar
sobre o caso do pastor Marcos Pereira.Silas Malafaia falou ainda sobre a manifestação que está sendo organizada para expressar o posicionamento do segmento evangélico a respeito de questões sociais. De acordo com o pastor, no próximo dia 05 de junho, haverão mais de 100 mil pessoas em Brasília, e o ato só será superado pela manifestação conhecida como Diretas Já, realizada em 1984 na Praça da Sé em São Paulo pela redemocratização do país e direito ao voto direto.
Questionado sobre sua postura contra a homossexualidade, Malafaia ressaltou que discordar é um direito: “O que as pessoas tem que entender é o seguinte: ser contra um comportamento não significa discriminar pessoas”, e frisou que seu empenho é contra os ativistas gays, que defendem o conceito de que o Brasil é um país homofóbico.
Uma pergunta feita por telespectadores do programa sobre uma colocação do papa Francisco, que entende ser a homossexualidade fruto de uma ação demoníaca, foi respondida por Malafaia de forma a concordar com o líder da Igreja Católica: “Ele tá calcado na Bíblia Sagrada [...] O diabo quer destruir a família”.
Novamente, o pastor reforçou sua postura a respeito da homossexualidade, dizendo ser um “comportamento adquirido”. Malafaia frisou que não considera a prática uma doença, mas também pontuou que não há provas de que um ser humano nasça homossexual.
A respeito da resolução emitida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) obrigando aos cartórios a registrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo novamente criticou a “canetada” do órgão, dizendo que essa decisão “extrapolou” as funções do Conselho. “Dogmas sociais são decididos por plebiscito ou pelo Congresso”.
A prisão de Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), sob acusação de estupro foi tratada de forma objetiva por Silas Malafaia: “Lei é lei e é pra qualquer um. Seja pastor, ou qualquer um. Se ele cometeu isso que estão dizendo, chumbo grosso, cadeia pra ele porque não tem conversa. Isso aqui é inegociável. Pastor, ao contrário… Quanto mais você trabalha com pessoas, você representa grupos sociais, maior é a sua responsabilidade”.
Malafaia também comentou questões de cunho doutrinário, como a orientação para que solteiros não pratiquem sexo antes do casamento, e também sobre o tendência de igrejas adotarem máquinas de cartão de crédito e débito para recolherem ofertas e dízimos. De acordo com o pastor, cartões são “dinheiro plástico”, e muitos fiéis preferem contribuir dessa forma, pela praticidade.
Sobre o dízimo especificamente, o pastor foi questionado se considera correto que pessoas de baixa renda contribuam. Malafaia respondeu dizendo que os dízimos e ofertas são dados por quem se sente à vontade para doar, e disse também entender que as pessoas que não fazem parte de nenhuma igreja evangélica não deveriam opinar a respeito do tema.
A liberdade de expressão, um dos temas que serão abordados durante a manifestação em Brasília, no próximo dia 05 de junho, foi defendida pelo pastor Malafaia, que criticou as indicações do governo de tentar impor um controle sobre a mídia, que avalie seu conteúdo e defina o que pode ou não ser veiculado.
A respeito do aborto, novamente o pastor se colocou totalmente contra, dizendo que o feto não é um prolongamento do corpo feminino. Citando informações a respeito da gestação, Malafaia afirmou que a mulher é uma hospedeira, e que o bebê é quem regula as atividades biológicas, e que por isso, a mãe não pode decidir a respeito da vida ou morte dele.
Comentando o recente tumulto por causa de boatos a respeito do fim do programa Bolsa Família, Malafaia disse ser a favor do programa até certo ponto: “O que faz a riqueza de uma nação é o trabalho. Nós precisamos dar trabalho, não sustentar vagabundo em casa”, esbravejou. O pastor ainda complementou dizendo que programas sociais como o Bolsa Família não são uma invenção do governo do PT, e sim, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): “A verdade tem que ser dita. Discordo de muita coisa de Fernando Henrique, mas quem inventou esse programa foi ele”.
Assista a íntegra do programa:
video > www.youtube.com/watch?v=ZxrloUCerJ0&feature=player_embedded
Artistas que Fizeram Pacto com o DIABO - (completo) - Apavorante
Após protestos de evangélicos contra Salve Jorge, Globo responde às críticas: “A novela não fala do santo”
Após os protestos na internet
contra a novela Salve Jorge, organizados por um grupo de fiéis ligados à
Igreja Universal do Reino de Deus, a TV Globo se pronunciou dizendo que
não há apologia ao santo católico ou qualquer outra ligação religiosa
na trama.De acordo com a emissora da família Marinho, a figura do São Jorge serve de referência apenas como alusão ao guerreiro: “A novela não fala de São Jorge, fala do mito do guerreiro, figura existente em qualquer cultura, religiosa ou não. A única coisa que aparece de São Jorge é o fato de ele ser o padroeiro da cavalaria. É por isso que o personagem de Rodrigo Lombardi é devoto dele, pois pede proteção a cada ação”, explica a nota da emissora enviada ao site Vírgula Lifestyle.
Deputado apresenta projeto de lei que proíbe interferências do governo em pregações contra o homossexualismo nas igrejas. Confira
A
luta pela liberdade de expressão, fé, crença e culto, direitos
garantidos em diferentes pontos da Constituição Federal pode ganhar um
novo reforço, em forma de lei, caso o Projeto de Lei 4500/2012, de autoria do deputado federal Victório Galli (PMDB-MT) seja aprovado.Victório Galli propõe que instituições religiosas tenham liberdade e imunidade para expressar opiniões e doutrinas a respeito da sexualidade, livre de preocupações legais. A ideia do projeto é manter as igrejas livres de interferência do governo ou de grupos sociais com bandeiras específicas, como o movimento homossexual, por exemplo.
O texto do projeto menciona a “livre manifestação de pensamento” garantida na Constituição de 1988, e afirma que os princípios religiosos devem ser respeitados: “Busca-se com esta proposta assegurar também o direito de líderes religiosos de qualquer denominação de professarem, nos púlpitos ou em outro lugar, a doutrina de sua igreja, conforme os textos sagrados pertinentes a sua religião”, frisa o PL 4500/2012.
Antes de assumir a vaga na Câmara dos Deputados, deixada por Carlos Bezerra (PMDB-MT), Victório Galli era o terceiro suplente e ocupava um cargo de assessor especial da Casa Civil. Devido a acordos políticos e recusa de um dos suplentes em assumir a vaga, Galli tomou posse como deputado federal.
Pastor Marco Feliciano critica parte da bancada evangélica, repudia proposta pró-aborto do PT e afirma: “Poderemos eleger um presidente evangélico”
Assumidamente
conservador como parlamentar, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) falou
sobre a participação da igreja na política e suas pretensões enquanto
deputado-federal numa entrevista concedida à revista Exibir Gospel.Feliciano, que anteriormente era contrário ao envolvimento da igreja com a política, explicou que se candidatou “para desfazer um erro” cometido por ele, quando pregava contra a participação de cristãos nessa área: “Vi nascer a PLC 122, que é a Lei da Homofobia, um absurdo que até hoje apavora os pastores e padres do Brasil. Faltaram homens determinados a bloquear estas ameaças e me senti culpado por isso. Então, como nunca é tarde pra se arrepender de algo errado, eu resolvi me candidatar e provar a todos que é possível ser um político e continuar comprometido com a retidão e cheio do Espírito Santo”, relatou.
Dentro de sua ambição política, o pastor afirmou que tem como meta “reconquistar o respeito e a credibilidade do parlamento brasileiro e implantar, pela fé e com muito trabalho, o governo do justo na nossa nação tupiniquim”. O parlamentar e líder religioso acredita que a força do eleitorado evangélico poderá levar um político cristão ao cargo mais alto da República: “Poderemos num futuro próximo eleger um presidente evangélico”, afirma.
O motivador de sua candidatura e maior alvo de combate, o projeto de lei que criminaliza a homofobia é em seu ponto de vista, uma forma de censura dissimulada: “O PLC 122 é um engodo e dentro dele existe um sem número de ataques diretos ao direito de expressão, de liberdade religiosa e à fé cristã”, e cita a maior de suas preocupações sobre o assunto: “Um dos artigos da Lei da Homofobia diz que qualquer publicação tida como preconceituosa à prática homoafetiva deve ser censurada. Bom, o que faremos com a Bíblia?”, questiona o pastor.
Marco Feliciano acredita que se os parlamentares da Frente Evangélica se comprometessem de fato com a luta contra o PLC 122, provavelmente a questão estaria encerrada: “Se todos os membros da bancada focassem apenas no combate aos males que atingem a família, acredito que seríamos imbatíveis. Mas infelizmente existem outros interesses políticos e há ainda aqueles que usam a plataforma evangélica apenas para serem eleitos e depois nem votam conosco”, critica.
Dentre “os males” citados por Feliciano, está a questão da legalização do aborto. O deputado bate forte no partido da presidente Dilma Rousseff, do qual seu partido é aliado, em relação a esse assunto: “Isso[legalização do aborto] vem do Partido dos Trabalhadores (PT), o partido que governa esse país há tantos anos. Basta entrar no site do PT para conferir. Qualquer um pode entrar ali e confirmar que no plano de governo deles a descriminalização do aborto é apresentada como meta a ser alcançada! E isso é defendido sob a mentira de que o aborto é uma questão de saúde pública. Querem nos transformar em infanticidas!”.
Jornalista processa apóstolo Valdemiro Santiago e Igreja Mundial em R$ 48 milhões por direitos autorais e danos morais: “Desvalorizaram meu trabalho”
O apóstolo Valdemiro Santiago é alvo de um processo na justiça, por parte do jornalista Everton Di Souza, que trabalhou na Igreja Mundial do Poder de Deus durante onze meses. No processo, que corre no Tribunal de Justiça em São Paulo, Everton solicita uma indenização de R$ 48 milhões por danos morais e direitos autorais.
O imbróglio começou quando Everton compôs uma música, lançada pela Banda Mundial com o título de “Deus vem me ajudar”, no CD “Deus cuidará”, distribuído pela gravadora WS Music, de propriedade do apóstolo.
Após ter deixado sua função de jornalista da Igreja Mundial, Everton alega que a denominação utilizou sua composição de forma indevida, sem sua autorização, e no processo, a indenização exigida por ele refere-se também à sua execução nos shows realizados pela equipe de louvor da Mundial e vendagem de CDs e DVDs.
O Gospel+ entrou em contato com Everton Di Souza para esclarecer os fatos e colher detalhes sobre o processo. O jornalista, atualmente funcionário da RedeTV!, contou que descobriu que sua composição havia sido gravada sem sua permissão ao adquirir o álbum da Igreja Mundial: “Comprei um CD e um DVD, fiquei muito abatido. Eles não me falaram nada, nem se quer pediram minha autorização para publicar, não me deram nada!”, revela.
Everton revela ainda que os valores cobrados somam R$ 48 milhões, e foram estipulados por seus advogados, Dra. Katia Almeida e Dr.Leal Pereira. O jornalista afirma que, em seu ponto de vista, a Igreja Mundial e o apóstolo Valdemiro Santiago esperavam passar desapercebidos, pois sabiam quem era o autor da composição: “Acredito que eles acharam que eu não iria perceber o fato ocorrido, pois Sabiam que a musica era de minha autoria”.
O repórter da RedeTV! afirma que tem estado envergonhado e preocupado em estabelecer a verdade sobre o assunto. “Estou com uma bola de choro, pois desvalorizaram o meu trabalho. Tenho meus sonhos, meus projetos, e eles tiraram um trabalho particular meu. Fui até chamado de mentiroso quando a música saiu. Amigos falaram: ‘essa música voce não tinha dito que era sua?’. Eu retrucava: ‘mas é minha, vou provar pra vocês!”.
Perguntado se a disputa judicial pode atrapalhá-lo em sua profissão, Everton foi categórico: “Não, meu trabalho não! Sou profissional no que trabalho e as emissoras que trabalhei me contratam pelo meu desenvolvimento profissional. Quando fui trabalhar no CQC, eles sabiam do meu problema na justiça e mesmo assim fui contratado”, pontua, fazendo referência à sua curta passagem pelo programa da Band.
Everton Di Souza afirma ainda acreditar que a disputa judicial não deverá se tornar pivô de uma mancha na imagem da Igreja Mundial e do apóstolo Valdemiro Santiago: “Acho que não! E também não tenho intenção de causar escândalos. Só estou divulgando e lutando pelo que é meu! Sobre a imagem da Igreja, da gravadora, dele, não me diz respeito. Quem errou foi ele, não foi eu”.
Confira no vídeo abaixo, a música “Deus vem me ajudar”, centro da disputa judicial entre o jornalista Everton Di Souza e o apóstolo Valdemiro Santiago.
.Vídeo: Ator Tyler James, conhecido pelo seriado “Todo mundo odeia o Chris” grava música gospel
Tyler, de família evangélica, tornou-se conhecido ao interpretar o personagem Chris, no seriado de humor que contava a infância do ator e comediante Chris Rock.
Essa não é a primeira experiência de Tyler com gravações de músicas gospel, que há aproximadamente dois anos gravou a música “NY2LA”, com o grupo cristão Press Play.
O roteiro do novo filme, que estreará no Brasil diretamente na TV, conta a história de um garoto tímido, interpretado por Tyler, que escreve versos de rap românticos, mas atribui as poesias a um amigo, que pratica dança de rua. A inspiração do personagem vem de uma garota por quem é apaixonado, de acordo com informações de Gospel Music Bites e Bet.com.
Filho de um pastor evangélico, que não gostaria que ele se tornasse rapper, o rapaz se inscreve num festival amador usando um nome artístico “Truth” (verdade, em português), como forma de confrontar seu pai.
As músicas do filme, produzido pela Disney, foram compostas por produtores reconhecidos nos Estados Unidos, e ajudam a compor o ambiente das igrejas formadas majoritariamente por negros.
A música Joyful Noise e a faixa temática do filme, Let It Shine, conhecida no Brasil como “Minha Pequena Luz”, foram gravadas pelo ator, que embora tenha sido elogiado pela crítica e público, por enquanto descarta gravar um CD com músicas gospel, embora não feche as portas para isso futuramente.
Assista no vídeo abaixo ao trailer do filme, que estreia no Brasil dia 19/08 através do canal Disney, de TV por assinatura, com o título de “Batalha de Rap”:
NOTICIA
A ‘bênção’ evangélica que vai fazendo a Globo impulsionar a causa gay
O
apresentador Jô Soares entrevistou o pastor gay Alexandre Zambom,
criador do grupo religioso que se autodenomina “Igreja Inclusiva do
Brasil”, voltada para aqueles que optaram ser gay. À época do
lançamento, Zambom tentou vincular sua imagem à ‘pastora lésbica’ Lanna
Holder, dizendo que sua denominação seria uma filial da igreja inclusiva
Cidade de Refúgio, fundada por ela, conforme notícia publicada neste Portal.
Diante de mais este ato acintoso à comunidade evangélica, decidi escrever algo.
Como é de conhecimento de muita gente, a
Globo sempre tentou emplacar a filosofia homossexualista à sociedade
brasileira. Prova disto são seus programas de entretenimento, recheados
de mensagens de apologia ao homossexualismo.
A Globo também sempre soube que uma das
grandes resistências à sua empreitada seriam os grupos religiosos
brasileiros, em particular os cristãos.
Como a cúpula da Igreja Católica tem mantido certo silêncio em relação ao tema agenda gay, inclusive
com a promessa recente do Arcebispo de Maringá (PR) a ativistas gays
que levaria à CNBB a proposta da criação, no município, da Pastoral da
Diversidade Sexual, além da omissão daquela Confederação de Bispos diante da afronta aos símbolos católicos na parada gay de São Paulo, em 2011, restou agora as manifestações de repúdio ao avanço do ideais do ativismo gay a algumas lideranças e grupos evangélicos.
De olho no crescimento evangélico, e
sabendo que poderia lograr êxito mercadológico com isto, a Globo – que
sempre foi vista como a inimiga número um dos evangélicos por suas
sórdidas atitudes em relação a este segmento religioso -começou a
iniciar o movimento de aproximação, e com bastante pirotecnia,
oferecendo, para delírio de muitos, o Festival Promessas, em 2011, como já expliquei aqui, em detalhes, além de ampla cobertura das Marchas Para Jesus.
A incumbência de des-satanizar a
Globo à comunidade evangélica teve a participação de alguns atores
importantes, dentre os quais se destacam o pastor Silas Malafaia e o
deputado federal Arolde de Oliveira (PSD), dono da Rádio 93, FM
evangélica do Rio, que foi a rádio oficial do evento (conforme pode-se
ver no print abaixo).
Gospel+ sorteará ingressos para o espetáculo “Ester – A história de uma rainha”, que estreou com casa lotada. Saiba como participar
A história de Ester, personagem bíblica aclamada por sua persistência, fé e superação, é o tema do espetáculo montado pela Cia de Teatro Viva Moema.
A peça “Ester – A história de uma rainha” é uma montagem teatral com 24 atores e 35 personagens, que segue com fidelidade o texto bíblico, e está sendo exibida no Teatro Juca Chaves, em São Paulo, um dos mais tradicionais da capital paulista.
A peça estreou no último dia 21/07, com casa lotada, e com os atores Thiago Loes e Juliana Domingues atuando nos papéis de Rei Assuero e Ester, e seguirá em cartaz até o dia 24/11.
Segundo a empresária e pastora Fabiana Sobreda, a recepção do público ao espetáculo foi boa devido à qualidade do texto e riqueza de detalhes: “Meu coração pulava na boca a cada fala, a cada interpretação dos atores. Fiquei emocionada. Todos conseguem entender a mensagem”. Sobreda foi responsável pela montagem do mesmo espetáculo há doze anos atrás, no Teatro Procópio Ferreira.
O diretor Tuca Miranda ressalta as características da arte teatral como peça importante na compreensão da história: “Quando você está vendo a cena, parece que é mais fácil entender a história. O teatro tem esse papel. Conseguimos trazer a nitidez da história por meio do cenário, do figurino, da interpretação de cada ator e da música”, descreve.
A atriz Kelly Nascimento ressaltou a preparação para a peça como parte a ser destacada: “Juntar tantos atores no mesmo elenco para fazer um espetáculo dessa dimensão já foi uma vitória. Os atores foram muito bem preparados. O Tuca fez um trabalho incrível. Pode ter certeza de que quem assistiu ficou impactado”, disse. Já a bispa da Igreja Renascer em Cristo, Rosana Abbud, acredita que a peça supera o âmbito do entretenimento: “A peça cumpre o papel de levar uma mensagem de esperança a quem está desacreditado. Através das artes, podemos transportar a história de Ester para os dias de hoje. Podemos ver que Deus está vivo, do nosso lado, mesmo diante de injustiças”, diz ela.
Pastor gay Alexandre Zambom concede entrevista a Jô Soares e afirma que textos bíblicos são usados de forma errada para condenar homossexualismo. Assista na íntegra]
Zambom revelou a Jô Soares que foi criado em uma Assembleia de Deus e que aos 14 anos já pregava, mas que aos 16, após algumas experiências malsucedidas com namoradas, começou a revelar sua homossexualidade, e foi levado a participar de grupos de cura gay.
Segundo o pastor gay, após assumir-se homossexual, passou a estudar a teologia inclusiva, que se dedica a pesquisar as passagens bíblicas usadas para pregação contrária ao homossexualismo.
-Conheci algumas igrejas fora do Brasil que aceitavam homossexuais, e que inclusive, consagravam pastores, obreiros e ministros. [Isso] começou criar uma certa curiosidade [...] Fui procurar, fui a fundo, e acabei conhecendo a teologia inclusiva, que estuda com um conceito histórico e crítico da época, vendo porque que foi falado aquilo, porque estava escrito aquilo, e vim entender que não era aquilo que a igreja pregava – afirmou.
O apresentador Jô Soares afirmou que todas as igrejas tem problemas em relação à homossexualidade, e que não compreende porque excluir pessoas de sua fé por causa de suas opções sexuais. Zambom complementou o comentário de Jô dizendo que “Deus não faz acepção de pessoas”.
Alexandre Zambom afirmou ainda que enquanto se submeteu a campanhas de oração e cura de homossexualidade, haviam grupos de pessoas que eram consideradas “mais gays” ou “menos gays”. Intrigado, o apresentador Jô Soares questionou se haveria diferença “visual” entre os grupos. O pastor gay respondeu que alguns “chegavam com uma roupa mais apertada, trejeitos quando falavam, caminhavam. Então era assim que era feita a separação. O que era mais afeminado fica num canto, precisava de um tratamento mais fundo”, afirmou.
Segundo Zambom, na época em que assumiu sua homossexualidade, seu pastor sugeriu que permanecesse na “clandestinidade e fingisse ter uma namorada para que continuasse pregando”. O pastor gay disse ainda que quando tinha namoradas, usava a orientação da igreja de não praticar sexo antes do casamento para evitar contatos mais íntimos.
Confira no vídeo abaixo a íntegra da entrevista de Alexandre Zambom no Programa do Jô:
Redação Gospel+
Vídeos: Pastor Silas Malafaia e Apóstolo Valdemiro Santiago são confirmados entre os 40 primeiros do “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos” junto com Bispo Edir Macedo
Nesta quarta-feira, 19 de julho, o programa “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos” divulgou uma nova lista com a segunda parte dos 100 mais votados na premiação realizada pelo SBT e pela BBC. Neste novo programa foram revelados os brasileiros entre a quadragésima posição e a décima terceira, e três famosos líderes evangélicos figuram na relação onde já tinham sido listados a cantora e pastora Ana Paula Valadão, do ministério de louvor Diante do Trono, e o Missionário R.R. Soares, líder e fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus.
Abaixo você pode conhecer os líderes e ver a descrição, a colocação e assistir a vídeos do programa “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos” do SBT na íntegra:
39. Apóstolo Valdemiro Santiago
Em 39 lugar apareceu o Apóstolo Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus e ex bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. Na descrição do programa, o líder de 315 mil fiéis, segundo o último Censo, foi apresentado como um homem que mobiliza milhares de pessoas com suas palavras. Além disso o próprio gravou sua participação agradecendo aos votos que recebeu.
Em maio o Apóstolo Valdemiro Santiago revelou em um de seus cultos televisionados que havia sido procurado pela produção do programa para gravar sua participação no “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos”. Na ocasião ele afirmou que a produtora teria lhe dito que haviam igrejas que estavam fazendo campanhas para pedir votos para seus líderes, como foi o caso de alguns templos da Igreja Universal e outras. Valdemiro ironizou e disse que “misericórdia, se eu faço campanha na Igreja Mundial para votar… rapaz..”, mas ressaltou que não fez campanha e que não é maior do que ninguém, além disso completou afirmando que o fato de estar na relação dos mais votados “quer dizer que não é todo mundo que me odeia”. Assista o vídeo na íntegra abaixo:
No Programa do Ratinho, pastor Silas Malafaia falou sobre divergências com Edir Macedo, Valdemiro Santiago e mais. Assista na íntegra
O pastor Silas Malafaia participou da edição de ontem, 05/07, do Programa do Ratinho, no SBT.
Silas Malafaia participou do quadro “Armadilhas da Natureza”, onde respondeu a perguntas sobre curiosidades do reino animal. O pastor empatou em 3×3 no jogo de perguntas e respostas, que disputava com Beth Guzzo, e como prêmio, recebeu uma televisão de plasma.
Ratinho perguntou ao pastor sobre as acusações dos ativistas gays de que ele seria homofóbico. Malafaia afirmou que “homofobia é uma doença [...] A sociedade brasileira tem que saber separar homossexuais de ativistas gays [...] Eles (ativistas) querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verbas do governo”.
Entre uma resposta e outra, Malafaia falou sobre os dados divulgados recentemente pelo IBGE sobre a religião no Brasil, que apontou um crescimento dos evangélicos. O pastor da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo afirmou que “não queremos um evangélico para duas horas de culto, de liturgia. Nós queremos que o camarada viva a vida, interaja na sociedade, onde ele compra, onde vende”, referindo-se à conduta cristã.
O pastor foi questionado pelo apresentador Carlos Massa sobre suas divergências com o líder da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, e afirmou que além da diferença teológica, rompeu devido às insinuações de que teria mudado o voto nas eleições presidenciais de 2010 por dinheiro: “No campo das ideias, nós podemos discordar. O Macedo insinuou em seu blog que eu recebi dinheiro para apoiar o Serra. Achei aquilo uma afronta”.
Perguntado sobre o apóstolo Valdemiro Santiago, Malafaia afirmou que muitos acreditam que a linha de atuação escolhida por ele é um golpe: “Tenho uma vertente teológica diferente da dele. Ele trabalha numa área de cura divina, e muita gente acha que é fraude, mas não é. Ele é usado [...] Poderia falar das minhas divergências com ele, mas vou deixar pra lá”, minimizou o pastor.
Confira nos vídeos abaixo a participação do pastor Silas Malafaia no Programa do Ratinho:
Novo kit-gay” já está sendo distribuído nas escolas brasileiras e com aval do governo, denuncia pedagogo. Bancada evangélica pede explicações
O kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.
Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.
O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.
Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.
O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.
Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.
O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.
Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.
SP.
Ministério Público abre inquérito contra o Pastor Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay
Nesta quinta-feira, 16, uma ação fora proposta contra o Pr. Silas Malafaia e a Rede Bandeirantes, motivadas por declarações feitas pelo pastor em seu programa de televisão “Vitória em Cristo”. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo (PRDC) considerou como homofóbicas as citações feitas por Silas e um inquérito foi aberto no Ministério Público.A denúncia ao PRDC foi feita pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT) em carta assinada pelo líder e ativista gay, Toni Reis.
As expressões “baixar o porrete” e “entrar de pau”, ditas por Malafaia em seu programa, em 02 julho de 2011, quando se referia à parada gay, deram teor à polêmica e motivaram, na época, a denúncia por parte da ABGLT ao Ministério Público Federal, o que gerou a abertura de um inquérito civil público.
No inquérito, o Pastor Silas Malafaia se defende afirmando que seus comentários foram apenas uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”. As expressões significariam apenas o ato de “formular críticas, tomar providências legais”, segundo ele.
Para Jefferson Aparecido Dias, procurador Regional dos Direitos Humanos do Cidadão, as expressões de Silas Malafaia contêm “claro conteúdo homofóbico”. Por essa razão, a PRDC em São Paulo pede a retratação do programa “Vitória em Cristo” e da Rede Bandeirantes, emissora responsável pela transmissão.
Pastor Marco Feliciano critica o Carnaval: “Um verdadeiro bacanal a céu aberto”
Pastor Marco Feliciano critica o Carnaval: “Um verdadeiro bacanal a céu aberto”
O pastor Marco Feliciano criticou, através do Twitter, o Carnaval, os adeptos e o governo, que investe verba pública na realização da maioria dos desfiles em todo o país.
Numa crítica direta à cultura do Carnaval, o pastor afirmou que a festa é um bacanal: “O carnaval, travestido de beleza e cultura, traduz a essência de um povo que tem sede por promiscuidade. Um verdadeiro bacanal a céu aberto”. Em resposta um usuário afirmou que “muitos nas igrejas tem sede por fama e status”.
O pastor Marco Feliciano criticou, através do Twitter, o Carnaval, os adeptos e o governo, que investe verba pública na realização da maioria dos desfiles em todo o país.
Numa crítica direta à cultura do Carnaval, o pastor afirmou que a festa é um bacanal: “O carnaval, travestido de beleza e cultura, traduz a essência de um povo que tem sede por promiscuidade. Um verdadeiro bacanal a céu aberto”. Em resposta um usuário afirmou que “muitos nas igrejas tem sede por fama e status”.



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